Bem-Estar uma analise.

Somos os maiores interessados da face da terra em bem estar no trabalho; quem achar alguém mais interessado  do que nós, por favor,  nos enviem uma forma de entrarmos em contato com este?

O bem estar no trabalho é tudo, digamos, quase tudo, 90% do todo.

Vamos fazer uma análise utilizando um analista, isto mesmo, vamos entender o que nos diz o médico austríaco, Viktor Frankl, um dissidente Freudiano, em sua teoria da busca do homem ao sentido a vida; segundo ele, o homem pode encontrar sentido na vida por três maneiras:

  1. Criando um trabalho;
  2. Fazendo uma ação;
  3. Experimentando algo ou encontrando alguém, um amor;

Já que estamos tratando de trabalho, o homem (símbolo genérico, entenda-se  homens e mulheres)pode encontrar os três ítens no TRABALHO, ou melhor na sua atividade laboral.

Ele pode ¹CRIAR o seu trabalho, dando a este um significado, uma maneira de expressar a vida, fazer neste²AÇÕES, físicas e intelectuais, e, finalizando,  ³Experimentar algo, ou encontrar alguém, o amor, aqui não necessariamente seria o amor Éros, mas o amor Filos, a amizade, pelos companheiros, líderes ou pela empresa com um todo.

Então o que as companhias têm que descobrir é que elas, pequenas, médias ou grandes, podem ser o caminho do homem ao sentido a vida; ou o contrário, pois sabemos que podem sair bem caro a estas empresas o absenteísmo, as doenças ocupacionais e o presenteísmo,  ainda em entendimento.

Então queremos contar com sua contribuição, junto conosco, nesta busca do bem estar no trabalho onde o lucro maior é gerar Valores, valores que dão significado à vida, inclusive à vida da empresa.

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Rubem Alves +1 X

Copio do amigo Virtual Luciano Pires um pensamento que nós faz voar e partiu de um dos maiores e GRANDE poeta de nosso tempo, Rubem Alves, onde lendo seus escritos poderíamos ter lições de como fazer o bem-estar acontecer em qualquer lugar. Então nosso Poeta escreve:

Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas.

Escolas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do vôo. Pássaros engaiolados são pássaros sob controle. Engaiolados, o seu dono pode levá-los para onde quiser. Pássaros engaiolados sempre têm um dono. Deixaram de ser pássaros. Porque a essência dos pássaros é o vôo. Já as escolas que são asas não amam pássaros engaiolados. O que elas amam são pássaros em vôo. Existem para dar aos pássaros coragem para voar. Ensinar o vôo, isso elas não podem fazer, porque o vôo já nasce dentro dos pássaros. O vôo não pode ser ensinado. Só pode ser encorajado.

Desculpe grande e Amado Poeta, mas vou ter que mudar alguma coisa nos seus versos, pois esta foi a maneira de mostrar como meu pensamento voa!

empresas que são gaiolas e há empresas que são asas!

Empresas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do vôo. Pássaros engaiolados são pássaros sob controle. Engaiolados, o seu dono pode levá-los para onde quiser. Pássaros engaiolados sempre têm um dono. Deixaram de ser pássaros. Porque a essência dos pássaros é o vôo. Escolas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do vôo. Já as empresas que são asas não amam pássaros engaiolados. O que elas amam são pássaros em vôo. Existem para dar aos pássaros coragem para voar. Ensinar o vôo, isso elas não podem fazer, porque o vôo já nasce dentro dos pássaros. O vôo não pode ser ensinado. Só pode ser encorajado.

Grande e amado Poeta, mas uma vez desculpe a mudança, mas foi somente uma palavra, espero que todos possam entender a mudança, e pensar nela.

Abraço a todos

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Virtudes e participação. Tudo a ver!

Caros Leitores de Bem-estar no trabalho, esta semana procurando assuntos sobre ética, PARTICIPAÇÃO e virtudes, encontrei este texto que encaminho para todos lerem! Boa leitura.

…Recentemente lancei um livro com o título “Acredite: Há vida inteligente no chão de fábrica!”. Tive coragem para escrevê-lo, e mais do que isto, eu senti uma forte necessidade de torná-lo realidade. Coragem, para voltar ao assunto de gestão participativa, tema que permeou as empresas duas décadas atrás e que depois acabou permanecendo, de certo modo, na clandestinidade gerencial. Necessidade, porque é um tema que se alinha, incontestavelmente, ao mundo atual, onde é cada vez mais imperioso voltar-se para o Ser Humano. Estamos vivendo uma Era em que é preciso resgatar urgentemente as virtudes humanas.

Dia desses, ao assistir a um conjunto de palestras, numa renomada entidade educacional, ouvi atentamente a apresentação do currículo de cada palestrante. Confesso que fiquei admirado com tanto saber e proficiência – todos eram, no mínimo, mestres, doutores e versados nesta ou naquela especialidade. Muito justo e honesto enaltecer as qualidades profissionais; entretanto, não ouvi absolutamente nada sobre virtudes pessoais, e essa era a minha expectativa, já que os temas das palestras focalizariam as relações humanas de modo geral. Refleti: se cada um pudesse enaltecer as suas qualidades profissionais e também ressaltar alguma virtude pessoal-transcendente (possuindo-a ou não), certamente a aura em torno da platéia seria outra – de ceticismo para otimismo, por exemplo. Não que aquelas pessoas, inclusive eu, não acreditasse na proposta dos temas, mas, convenhamos, estamos todos cansados de ver e ouvir o famoso jargão popular: faça o que eu digo (ou mando) e não faça o que eu faço. É preciso se comprometer e não apenas participar.

Pense sobre isto, meu amigo leitor. E, na próxima vez que você se apresentar em algum evento, fale sobre os seus méritos profissionais mas não esqueça de mencionar alguma virtude pessoal – todos somos possuidores de virtudes, o que precisamos é enaltecê-las e vivenciá-las. Por exemplos: disciplina; compaixão; responsabilidade; amizade; coragem; perseverança; honestidade; lealdade; fé; amor ao próximo; caridade… É assim que começa o processo de gestão participativa, caso contrário, veremos a distância entre discurso e ação aumentar cada vez mais.

No nosso querido BRASIL, durante mais de vinte anos, a participação nas decisões foram sufocadas de uma forma ou de outra. Os planos do presidente Ernesto Geisel, no sentido de promover uma abertura gradual e lenta, encontravam obstáculos, não só no meio militar, como sob outros enfoques, dentro dos próprios partidos políticos. Os reflexos dessa autocracia permanente deixaram profundas marcas em todas as organizações, especialmente nas organizações empresariais, permeando-as do topo às bases, dos presidentes aos supervisores e encarregados.

Com o advento das greves de 1978/1980 no ABC paulista surge, ou melhor, explode o sentimento, por tanto tempo retraído, de querer participar, querer ser respeitado, ouvido e consultado.

Eu cito algumas causas destes sentimentos:

1. Elevação dos níveis de escolaridade e educação.
2. Maiores aspirações.
1. Não aceitação dos limites das tarefas.
2. Contestação do “status-quo”.
3. Questionamento das tradições.
4. Novas realidades sociais.
5. Novos costumes.
6. Nova legislação.
7. Aberturas políticas.
8. Poder alcançado pelos sindicatos operários.
9. Poder alcançado por grupos profissionais.
10. Maior intensificação da concorrência.
11. Baixo nível da qualidade de vida no trabalho.
12. Influência política de alguns partidos.
13. Alta taxa de inflação.
14. Corrosão do poder aquisitivo.
15. Influência dos meios de comunicação.
16. Caráter assistencialista dos sindicatos.
17. Maior conscientização do operariado e dos níveis intermediários.
18. Vontade implícita e explicita de todos por participação.
19. Maior participação das mulheres no campo do trabalho.

Com base nesses sentimentos, muitos programas participativos foram criados desde então, alguns com absoluto sucesso, outros com sucesso relativo e outros decolaram e aterrissaram na mesma velocidade. Você deve estar se perguntando: por que isto ocorreu, ou melhor, por que ainda ocorre nos dias de hoje? Por que a gestão participativa ainda é um ponto a ser melhorado nas empresas? Por que…. Obviamente, as respostas estão na falta de comprometimento que citei acima, e na postura ultrapassada de algumas pessoas que ainda “comandam” e não lideram, mesmo nessa época de tantas informações e tecnologia.

Portanto, ainda precisamos avançar bem mais em termos de valorização do capital humano. Se você quiser fazer a diferença e ter sucesso, tanto na sua vida profissional como na vida pessoal e familiar, comprometa-se o quanto mais possível. Ressalte as suas virtudes, seja autêntico e cultue a participação. É disto que estou falando!

AUTOR: CARLOS MINA – consultor, palestrante e escritor

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Bem estar uma sinergia!

                                                                   

Quando pensamos em bem-estar ou em Ergonomia, pensamos ser este um assunto dos Recursos Humanos, estes pensam que pode ser do Médico e este do Engenheiro de segurança, este da Produção e assim por diante.

Solução! Quem sabe todos se juntam uma sinergia… E formam um comitê, comissão, um grupo de bem-estar, assim, eles poderão ver que o problema é de todos e todos podem resolver. Mas existe uma habilidade capaz de nos fazer enxergar de forma ampla, mas antes quero partilhar uma parábola Hindu:

“Numa cidade da Índia viviam sete sábios cegos” [...] chegou à cidade um comerciante montado num enorme elefante. Os cegos nunca tinham tocado nesse animal e correram para a rua ao encontro dele.
O primeiro sábio apalpou a barriga do animal e declarou:

- Trata-se de um ser gigantesco e muito forte! Posso tocar nos seus músculos e eles não se movem; parecem paredes…
– Que palermice! – disse o segundo sábio, tocando nas presas do elefante. – Este animal é pontiagudo como uma lança, uma arma de guerra…
– Ambos se enganam

– retorquiu o terceiro sábio, que apertava a tromba do elefante. – Este animal é idêntico a uma serpente! Mas não morde, porque não tem dentes na boca. É uma cobra mansa e macia…
– Vocês estão totalmente alucinados! – gritou o quinto sábio, que mexia nas orelhas do elefante. – Este animal não se parece com nenhum outro. Os seus movimentos são bamboleantes, como se o seu corpo fosse uma enorme cortina ambulante…
– Vejam só! – Todos vocês, mas todos mesmos, estão completamente errados! – irritou-se o sexto sábio, tocando a pequena cauda do elefante. – Este animal é como uma rocha com uma corda presano corpo. Posso até pendurar-me nele.
E assim ficaram horas debatendo, aos gritos, os seis sábios. Até que o sétimo sábio cego, o que agora habitava a montanha, apareceu conduzido por uma criança.
Ouvindo a discussão, pediu ao menino que desenhasse no chão a figura do elefante. Quando tacteou os contornos do desenho, percebeu que todos os sábios estavam certos e enganados ao mesmo tempo. Agradeceu ao menino e afirmou:
- É assim que os homens se comportam perante a verdade. Pegam apenas numa parte, pensam que é o todo, e continuam tolos!”

“As empresas estão conectadas por fios invisíveis de ações inter-relacionadas, que muitas vezes levam anos para manifestar seus efeitos umas sobre as outras”.
Senge (2006, p. 40)

Para ler

A Teia da Vida – Fritjot Capra um livro fantástico que explica o pensamento sistêmico sobre a ótica de diversas ciências como biologia, psicologia, filosofia, administração e outros. Proporciona um conhecimento incrível sobre uma nova forma de visão. É de fácil e prazerosa leitura.

A quinta disciplina – Peter Senge – um livro de cabeceira para qualquer gestor. Peter Senge defende que a disciplina mais importante que as empresa precisam aprender é a enxergar sistemicamente e o aprendizado contínuo. A leitura é ótima e o aprendizado incomensurável.

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Continuação as recomendações “7C” da WELCOA!

4.Criar um programa operacional anual. Para o seu programa de bem-estar da empresas ter sucesso, você deve ter um objetivo. O plano operacional anual deve incluir uma declaração de missão para a iniciativa de bem-estar das empresas, juntamente com objetivos específicos, mensuráveis ​​e metas de curto e longo prazo. Sua iniciativa de bem-estar social é mais provável de ser bem sucedida quando é ligada a um ou mais dos planos estratégicos da corporação, uma vez que terá uma melhor chance de manter o apoio dos poderes necessários a todo um processo de instalação. Um plano escrito deverá prever a continuidade das mudanças, este deverá ser entendido pela equipe de promoção da saúde  é fundamental para a  equipe responsável pelas  metas, objetivos e cronograma acordado

5. Conseguir Selecionar de forma correta as iniciativas de  bem-estar das empresas. As iniciativas de bem-estar que for selecionada deve fluir naturalmente de seus dados (pesquisa, relatório de avaliação de risco para a saúde global,) para metas e objetivos. Eles devem abordar os fatores de risco existentes na sua população de funcionários e estar em consonância com o que ambos alta gerencia e trabalhadores querem a partir do programa de bem-estar da empresa.

6. Criar uma atmosfera favorável. Uma atmosfera de apoio fornece aos trabalhadores oportunidade, elogios e recompensas. Uma cultura de bem-estar que está por trás de programas incorporados do wellness poderiam ter opções como a escolha de alimentos saudáveis ​​em suas máquinas de venda automática, não podem permitir o fumo ou tabaco produtos e horários de trabalho flexíveis que permitam ao pessoal capacitação e participação nas campanhas. Um site em que os valores de bem-estar da empresa possam ser mostrados e comemorados e desta forma recompensar as realizações bem-estar e ter uma equipe de gestão baseada em comportamentos de modelos saudáveis. Mais importante ainda, uma atmosfera de bem-estar que envolva os trabalhadores em todos os aspectos do programa de bem-estar corporativo desde a sua criação e marketing até a sua implementação e avaliação.

7.Consistentemente avaliar seus resultados. A avaliação envolve tomar um olhar mais atento sobre seus objetivos e decidir se você conseguiu o resultado desejado. O processo de revisão permite que você possa celebrar os objetivos que foram alcançados e também parar ou alterar iniciativas ineficazes de bem-estar das empresas.

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Welcoa, temos algo assim no Brasil?

WELCOA, O Conselho de Saúde da América (Welcoa, na sigla em inglês), uma organização sem fins lucrativos que promove programas de saúde no trabalho e dedicada a programas de bem-estar das empresas, identificou sete melhores práticas

(“Os Sete C’s”) para as empresas a seguir na construção de um amplo e eficaz processo de bem-estar e  promoção da saúde dentro de seu negócio.

1.       Compromisso a aprovação da alta gerência é fundamental para o sucesso de qualquer iniciativa de saúde. Altos funcionários tem de entender os benefícios da iniciativa para os funcionários e para o negócio e estar dispostos a colocar recursos para a sua concepção, implementação e avaliação. Descrições do que outras empresas estão fazendo para seus programas de bem-estar corporativo e a vinculação de bem-estar corporativo para as metas do negócio, valores e prioridades estratégicas irá permitir-lhe ganhar o apoio da alta administração. Gestores que “praticam o que pregam” assim os gestores participarem do processo poderão dar uma visibilidade extrema para todos participarem.

2.       Como fazer, estabelecer uma equipe de bem-estar das empresas. Equipes de bem-estar Corporativo deve incluir uma vasta gama de potenciais dos participantes no programa, incluindo os trabalhadores. Sua equipe deve incluir indivíduos que farão parte da elaboração do programa de bem-estar das empresas, assim como a avaliação do programa de bem-estar das empresas. Isso define a apropriação do programa de bem-estar da empresas e as  idéias mais criativas a estes. Uma equipe de bem-estar das empresas vai ajudar a conseguir “comprar” da gerência uma ampla participação, desenvolver uma iniciativa bem-estar que é sensível a todas as necessidades dos  participantes em potencial, e será responsável pela gestão de todos os esforços da empresa na promoção da saúde.

3.       Coletar informações que irão conduzir as iniciativas de saúde. Uma vez que a sua equipe de bem-estar corporativo está em ação e com isto a gestão esta iniciada, é hora de coletar informações básicas para ajudar a avaliar os interesses dos trabalhadores no bem-estar e os riscos à saúde. Os resultados da coleta de dados irá guiá-lo em que tipo de iniciativas de bem-estar corporativo a empresa ira oferecer. Este processo pode envolver um questionário de interesse dos trabalhadores em várias iniciativas de bem-estar das empresas, avaliações de risco, saúde e alegações de revisão para determinar o risco atual funcionário e do mal estar encontrado.

Continua no próximo Post…

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Bem estar corporativo

Existem muitas variedades de programas de bem-estar das empresas. Essencialmente, os programas de bem-estar corporativo incentivam as pessoas a tomar medidas para prevenir o aparecimento ou agravamento de uma doença ou de uma enfermidade e de adotar estilos de vida saudáveis, este ultimo como a maior importancia, pois conforme é falado as pessoas adoecem ou falecem pelo seu estilo de vidad. As corporações podem utilizar uma ampla gama de programas incorporados de bem-estar, desde equipadas academia até o mais simple boletim de bem-estar da empresa. Embora algumas empresas tenham começado de forma hiper grande em seus  programas incorporados de bem-estar, outras têm alcançado lucros ou maior produtividade, com apenas algumas iniciativas simples que promovam estilos de vida saudáveis.

Começar é o que importa mais. Ter um plano, juntamente com uma ou duas idéias sobre os programas de bem-estar das empresas, pode servir como ponto de partida para a criação de um programa maior em um momento futuro.

Por que um bem-estar Corporativo?

Os programas de bem-estar das empresas são um investimento no ativo mais valioso da sua corporação, seus trabalhadores. Estudos têm demonstrado que os trabalhadores têm mais probabilidade de estar no trabalho e ter bom desempenho quando estão com uma boa  saúde física e psicológica. Os funcionários também estão mais propensos a ser atraídos para esta empresa assim como permanecerem nesta empresa, diminuindo o turn over e seu alto valor e com isto os empregadores já podem iniciar a colaborar com a apreciação de um modelo de bem-estar. O processo de bem-estar corporativo melhora a produtividade da empresa por:

* Atrair funcionários de qualidade superior;
* Reduzir o absentismo eo tempo perdido;
* Melhorar o desempenho no trabalho e tomada de decisão;
* Melhorar a moral do trabalhador, resultando em menor volume de encargos referentes a saude e outros gastos.

Além de maior produtividade, programas de bem-estar das empresas têm-se mostrado um instrumento eficaz para retardar o crescimento dos custos de cuidados de saúde. Seleção de alternativas mais saudáveis ​​pode reduzir as chances de um funcionário de sofrer de doenças. Menos doença significa as empresas poderem reduzir o uso plano de saúde, reduzindo custos com benefícios médicos, e por sua vez, o aumento dos ganhos. Enquanto a redução de custos médicos dos programas de bem-estar da sociedade pode ser menos evidente do que os ganhos de produtividade, a pesquisa mostra que os trabalhadores medicamente de alto risco são medicamente trabalhadores de alto custo, como eles usam mais o cuidado médico e geram maiores custos para a sociedade (INSS).

Finalmente, ao investir em programas de bem-estar corporativo as empresas estarão ajudando o Brasil a alcançar melhores metas sociais, ou seja, um pensamento social.

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